Em edifício consolidado de São Caetano, a garagem de subsolo reúne todos os fatores que aceleram a corrosão de armadura: umidade permanente, ventilação forçada e insuficiente, água que desce da laje do pavimento superior e um cobrimento de concreto dimensionado por normas anteriores às atuais.
O resultado é previsível — mancha de ferrugem no teto, som cavo ao percutir, e mais tarde o concreto se soltando sobre as vagas. O que muda de prédio para prédio é a extensão, e ela só se conhece com mapeamento por percussão: a área comprometida costuma ser muito maior que a que já caiu.
Tratar o teto sem cortar a entrada de água é o erro que faz o condomínio pagar duas vezes. Por isso a investigação da origem — impermeabilização da laje superior, tubulação, junta — vem antes do orçamento do reparo.